Não deixe que ninguém o despreze por você ser jovem. Mas, para os que crêem, seja um exemplo na maneira de falar, na maneira de agir, no amor, na fé e na pureza. (1tm 4;12)

21.10.10

O Cristão e a Música Secular

Algumas pessoas tem me escrito mensagem com perguntas, as quais considero estarem interligadas e que, por sua importância, merecem ser analisadas com cuidado. Algumas dessas perguntas são: É pecado, para um cristão, ouvir músicas seculares? Um cristão que ainda não abandonou a música secular está perdido? O cristão só deve ouvir louvores?
Na verdade, não é possível responder à pergunta sobre o ouvir músicas seculares com um mero "sim, é pecado" ou "não, não é pecado"; a questão é um pouco mais complexa. Primeiro, podemos perguntar: O que é pecado? A primeira resposta que nos vem à mente é o texto de I João 3:4 - "Todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei; de fato, o pecado é a transgressão da Lei." (NVI)
Se olharmos apenas este texto bíblico, ficaremos com o conceito de que basta olharmos os 10 Mandamentos e, se os obedecermos, não estaremos pecando. Mas a versão Almeida Revisada traduz este verso da seguinte forma: "Todo aquele que vive habitualmente no pecado também vive na rebeldia, pois o pecado é rebeldia." Vemos aqui uma definição mais abrangente e mais subjetiva para a palavra "pecado". Na verdade, o próprio João, se seguirmos a leitura até o verso 10, explica melhor a questão do pecado: quem peca é quem faz as obras do diabo. Assim, para resumirmos, se compararmos este trecho com outras passagens bíblicas, veremos que pecado é tudo aquilo que nos afasta de Deus e da Sua vontade. Aí surge outra pergunta: A música pode realmente nos afastar de Deus? Se sim, que tipo de música pode me afastar de Deus e que tipo de música me aproxima dEle?Portanto, algumas músicas seriam pecaminosas, enquanto outras não seriam.
Porém, para compreendermos plenamente o problema, temos que estabelecer algumas bases para esta discussão: Primeiro,  é muito importante enfatizar que estamos analisando o uso da música secular fora do ambiente da igreja, em momentos de entretenimento pessoal e não de adoração. É evidente que o que é secular não tem lugar no ambiente sagrado. A palavra de Deus é contundente quando diz: “Não profanareis o meu santo nome, e serei santificado no meio dos filhos de Israel. Eu sou o Senhor que vos santifico” (Levítico 22:32) Este texto, juntamente com o relato do episódio em que Nadabe e Abiú trouxeram fogo estranho perante o Senhor e foram consumidos (Levítico 10:1-2), deixa claro que nada que não tenha sido consagrado a Deus pode se usado na adoração a um Deus santo.
Outro ponto importante que precisamos esclarecer é que neste momento vamos nos ater à discussão da "música", sem considerar, agora, a letra. Isso porque a letra transmite sua mensagem de forma objetiva, ou seja a mensagem é clara. É possível analisar a poesia escrita, avaliando-a à luz dos ensinos teológicos da igreja e assim atestar a sua compatibilidade com aquilo que a igreja prega. Podem surgir, no máximo, dúvidas de interpretação de texto, mas, de forma geral, o conteúdo da letra é claro. Porém, com a música, tudo é diferente. Ela é um encadeamento de sons que ocorrem no tempo e que nos influenciam, criando estados mentais, levando nossa mente a fazer associações com situações ou momentos já vividos, alterando vários aspectos da nossa fisiologia e sugerindo idéias, sentimentos e sensações. Por esta razão, dizemos que a mensagem da música é subjetiva, ou seja, não é clara e pode inclusive ter significados ligeiramente variados de pessoa para pessoa. Evidentemente que esta variação de significados não é muito grande, pois se fosse assim, as trilhas sonoras de filmes não teriam o impacto que sabemos que elas têm, de maneira muito semelhante, sobre todas as pessoas, em qualquer cultura. 
É preciso notar que, ao deixarmos de analisar a letra, não estamos diminuindo a importância da letra na influência de uma canção sobre o ouvinte. Sabemos que, na música sacra, é a letra que deve ter a primazia, tal é a importância que ela tem. Estamos apenas afirmando que é muito fácil compreender a mensagem de uma letra e que, por este motivo, não nos deteremos aqui na discussão deste elemento de uma canção. O real problema acontece na análise da música em si, porque a maioria esmagadora dos cristãos não realizam esta análise, seja por carecerem das ferramentas necessárias, seja por não estarem dispostos a fazer esta análise. E não podemos dizer que esta análise deveria ser feita pelo diretor de música, pelo líder do louvor, pelo ancião, pelo pastor. Cada um de nós deve responder diante de Deus pelas suas próprias escolhas e decisões, dentro da luz que possuímos. Jogar a responsabilidade para outros não resolve o problema na minha vida espiritual.
Vemos então que, para respondermos corretamente a questão sobre a música secular, temos que tentar compreender a mensagem da música (independente da letra) e aí sim, vermos se esta mensagem (ou influência) nos afasta de Deus ou não. Uma das formas que algumas pessoas tentam usar para julgar a validade de algumas músicas é tentar julgar o compositor destas músicas. Desta forma, argumentam, por exemplo, que Beethoven era ateu, Mozart era um devasso, Tchaikovsky era homossexual e assim por diante. Segundo este argumento, não deveríamos usar qualquer música composta por estes mestres, uma vez que sua vida não era compatível com a vida de um cristão e, portanto a sua música estaria "contaminada" por seus hábitos não recomendáveis. A estas pessoas diríamos que não é o nosso papel rotular ou julgar as pessoas. A música, para ser questionada, deve ser julgada por si mesma, pelo que ela é, dentro do nosso contexto atual. Alguns diriam que não é possível uma fonte poluída fornecer água pura, mas a estes eu perguntaria como é que o puro lírio branco pode nascer na podridão de um pântano fétido. 
Pense: quando ingerimos uma comida, não nos preocupamos se ela foi produzida por um evangélico ou por um ateu. O que nos importa é que benefício ou malefício aquele alimento vai nos trazer. Se só comemos apenas alimentos que não são saudáveis, que são ricos em gorduras, nosso corpo será fraco, gordo, sem vitaminas e com o sistema imune deficiente. Sofreremos de vários problemas de saúde e a nossa expectativa de vida, tanto em qualidade quanto em longevidade, será diminuída. Se, contudo, comemos alimentos saudáveis, naturais, em uma dieta equilibrada dos vários nutrientes, nosso corpo será saudável, forte e bem equilibrado. Temos que admitir, infelizmente, que esta análise normalmente não é feita, e as pessoas comem com base apenas no gosto. E por causa disso, vemos a população sofrendo de diversos males que seriam perfeitamente evitáveis. Com a música acontece exatamente da mesma forma. Se ouvimos músicas (sem se preocupar agora com a letra) que nos elevem, que sejam apropriadas para a nossa espiritualidade, que façam bem à nossa mente, a fonte de onde essas músicas vieram não é tão importante quanto o benefício ou malefício que elas poderão causar à nossa mente e à nossa espiritualidade. Assim como com os alimentos, o julgamento musical não é apenas uma questão de gosto, mas de efeitos.
Em virtude destas diferenças, vistas acima,  entre a mensagem subjetiva da música e a mensagem objetiva da letra, a argumentação de alguns de que o cristão só deve ouvir louvores e que, se um cristão age desta forma, está seguro de influencias mundanas, é, no mínimo, ingênuo e desinformado, podendo chegar a ser mal-intencionado. Afirmo isto porque, embora a letra possa ser teologicamente correta, a música pode não ser apropriada para transmitir este conteúdo teológico, já que, como vimos, a análise da música é bem mais complexa e exige um grau maior de discernimento, em virtude da sua subjetividade. Quando isto ocorre, o cristão que se expões a estas músicas pode, efetivamente, estar recebendo influências mundanas, mesmo que a letra seja teologicamente correta. A sutileza do engano satânico está em que quase todos ouvem essas músicas, crendo que isso os levará para mais perto de Deus. Mas a única coisa que estas músicas podem fazer é excitar as emoções (que muitos confundem com a operação do Espírito Santo) e superficializar e banalizar a experiência religiosa, tornando o culto um mero entretenimento. Seria um engano, ingênuo ou consciente, acharmos que toda e qualquer expressão de adoração que parte do homem é verdadeira. O homem possui um coração enganoso e uma mente limitada (Jeremias 17:9; Isaías 55:8-9). Essas duas coisas produzem um erro que não é percebido facilmente pelo homem, especialmente quando a maioria ao seu redor está envolvida neste mesmo erro (II Timóteo 3:1-5; II Timóteo 4:3-4).
Da mesma forma que muita coisa não adequada pode ser encontrada na música utilizada nos cultos, muita coisa de valor pode ser encontrada na música secular. Não é porque não é de origem cristã que, necessariamente, é pecado. Por exemplo, poderia ser pecado cantar as virtudes do amor sincero e verdadeiro? Seria pecado cantar as belezas da natureza, de um lugar lindo e inspirador, do qual a pessoa sente saudades? Verdadeiramente, eu não creio que isto seja pecado. O amor sincero e verdadeiro não é um dom divino? A natureza não é criação de Deus? Os sentimentos puros e sinceros não foram implantados no nosso coração pelo Criador? 
 Nosso exemplo maior, Cristo, não deixou de andar com publicanos, comer com pecadores, conversar com os rejeitados, impuros e excluídos da sociedade daquela época. Contudo, por outro lado, não podemos nos esquecer que o próprio Deus nos ordena a sermos santos e não nos contaminarmos com as coisas impuras do mundo, nem amarmos as coisas que o mundo oferece (Levítico 20:26; Mateus 6:24; Tito 2:12; Tiago 4:4; I Pedro 1:14-16; I João 2:15-17). Como resolver esta aparente contradição, este paradoxo? 
O discernimento espiritual deve ser buscado na própria fonte de toda a verdade, através da oração e do estudo da Palavra de Deus. A nossa própria vontade, o nosso próprio gosto não pode ser o parâmetro seguro pois, como já vimos, o coração do homem é enganoso. Voltando ao exemplo de Cristo, ele se misturava com pecadores sim, mas depois de passar noites inteiras em oração (Lucas 6:12). Ele, que era o Filho de Deus, não ousava entrar em contato com o pecado sem antes buscar forças para resistir a ele. Será que não estamos querendo, neste aspecto, ser mais poderosos do que o próprio Jesus? Não estaríamos nós, quando se trata de nossas escolhas musicais, nos permitindo um contato com influências malignas sem antes nos revestirmos de "toda a armadura de Deus" (Efésios 6:11-13)? Seria muita presunção de nossa parte tentarmos fazer isto, não é? Isto sim, seria um grande pecado... (Tiago 4:16).
Assim, é evidente que precisamos ter cuidado em selecionar as músicas que ouvimos (sejam seculares ou não), bem como as letras que essas músicas nos transmitem; precisamos discernir que efeito este conjunto (letra e música) terá sobre a nossa mente e a nossa vida espiritual. Mas, da mesma forma, quando questionados sobre assuntos espirituais, precisamos fugir da resposta simplista de que, sendo da igreja, é certo, não sendo da igreja, é pecado. Conforme espero ter demonstrado, existem mais coisas que precisam ser consideradas na questão da música secular ou sacra. Cada música precisa ser analisada por si mesma, por seus valores, seus efeitos, seus resultados. Esses resultados, precisamos nos lembrar, tem conseqüências eternas!
Concluindo, diríamos que todas as escolhas musicais do cristão não devem estar rotuladas, mas precisam estar de acordo com Filipenses 4:8 "Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai."

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Quem é um missionario?

Por : Jairo de Oliveira

Diante de algum desafio missionário ou da exposição de experiências e relatórios do campo, talvez você já tenha se perguntado: eu também posso ser um missionário?
        Bem, eu não sei qual foi a resposta que você obteve, mas qualquer que tenha sido, espero que tenha lhe conduzido até a verdade bíblica de que todo regenerado é potencialmente um missionário. Ou seja, alguém que deve frutificar e trabalhar na seara a partir do campo em que está inserido.
        Porém, muitas vezes, temos definido o termo missionário de maneira diferente. De um modo geral, temos preferido considerar que missionário é aquele que atua num ambiente transcultural, que abdica do conforto do seu lar, da presença dos seus familiares e até mesmo do amor ao seu povo e à sua pátria, para cumprir o propósito divino de viver como peregrino e proclamar o evangelho em terras distantes.
        Utilizando a imagem do missionário nesse segundo conceito, gostaria de afirmar que, ainda assim, o missionário é homem ou mulher comum.
        O missionário não é um ser humano perfeito, mas é um perfeito ser humano em toda sua constituição. Ele tem sentimentos como qualquer outra pessoa. Ele sofre, chora, se aborrece e sente saudades.
        “Porque, mesmo quando chegamos à Macedônia, a nossa carne não teve repouso algum; antes em tudo fomos atribulados: por fora combates, por dentro temores”. 2 Coríntios 7:5.
        O missionário é aquele que, como você, vive enfrentando todo tipo de dificuldades e tentando vencer as suas lutas diárias diante do trono da graça de Deus. Por que não?
        O problema é que temos a tendência de colocar o missionário numa posição tão elevada como homem ou mulher de Deus que acabamos deduzindo que tal estatura é inatingível. A obra missionária passa a ser algo distante e nos sentimos pequenos e sem condições de participar.
        Na minha própria experiência, tem sido comum encontrar pessoas que pensam que a obra missionária é algo restrito e de responsabilidade apenas de um pequeno grupo que dentro da igreja foi divinamente separado para este fim, quando, na verdade, Deus espera a participação de cada crente, por mais insignificante que pareça a sua contribuição.
        Todos aqueles que receberam uma nova vida, um novo Espírito, uma nova natureza, um novo coração, um novo destino, uma nova morada, também receberam a ordem de pregar o evangelho ao mundo. De forma que direta ou indiretamente, sempre haverá algo que poderão fazer para cumprir esta ordem.
        Guardo comigo uma carta interessante que recebi tempos atrás. A carta narra uma suposta apresentação do apóstolo Paulo, nos nossos dias, a uma agência missionária desejando ser enviado como missionário para a Espanha.
        Após uma série de questionamentos ao ministério de Paulo, o apóstolo acaba sendo rejeitado e considerado desqualificado como missionário para ser enviado ao campo.
A carta é interessante exatamente porque expõe de maneira singular a fragilidade dos nossos modelos atuais de missões e a frieza com que temos tratado alguns candidatos aos campos.
        Os supostos motivos da desqualificação do apóstolo Paulo são narrados, na carta, em nome do secretário executivo da agência. Cujos principais são: a idade avançada, aparência desprezível, dificuldades com a visão física e folha corrida na polícia, dentre outras causas.
        Assim, a mensagem que absorvi ao ler e reler aquela carta é que lamentavelmente tem nos faltado uma visão da graça de Deus em missões. Se o apóstolo Paulo realmente vivesse nos tempos de hoje, não duvido que até ele seria rejeitado, segundo a nossa prática missionária moderna e os nossos critérios atuais. Infelizmente, o elitismo em missões tem enterrado muitos candidatos que seriam tão úteis, se nós apenas déssemos uma oportunidade, crendo que Deus poderia usá-los.
        É surpreendente pensar em alguns homens que Deus utilizou ao longo da história. Homens que Deus levantou como verdadeiras colunas e que aparentemente jamais assumiriam a posição de liderança ou teriam qualquer oportunidade de investimento.
        Gosto de lembrar de Davi, um jovem que, aos olhos dos outros homens, não seria a pessoa mais indicada para enfrentar o gigante Golias e muito menos para reinar em Israel.
        E o que falar de José, Josias, João Batista e tantos outros? Homens que se não fosse a graça de Deus teriam ficado no anonimato. E pior, teriam sido colocados, pelos homens, na pilha dos inúteis e dos insignificantes deste mundo.
        “Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós, e orou com fervor para que não chovesse, e por três anos e seis meses não choveu sobre a terra”. Tiago 5:17.
        Se observarmos bem, quando Jesus expôs diante dos discípulos a tarefa da Grande Comissão, veremos que ele estava convocando homens que eram considerados indoutos e iletrados (Atos 4:13). Com isso, ele não estava dizendo que os mais cultos e os mais bem preparados não teriam parte importante nesta obra.
        A verdade é que, todos, os mais bem preparados como também os leigos. Todos, sem exceção, devem participar de maneira efetiva e na posição em que foram chamados por Deus.
Martin Luther King Jr., disse certa vez num sermão:
        “Tu não tens que ter um curso universitário para servir. Tu não tens que saber ligar o predicado ao verbo para servir. Não precisas ter conhecimento sobre Platão e Aristóteles para servir... Precisas apenas ter um coração cheio de graça, e uma alma movida pelo amor”. [1]
        O desejo de Deus é que todos se cheguem a Ele, por meio da salvação que há em Cristo (João 12:17), e, se não estamos realmente comprometidos e empenhados neste propósito, precisamos nos ajustar e nos posicionar rapidamente no reino de Deus.
        Deixe-me lembrá-lo: foi o Senhor Jesus quem mandou pregar o evangelho a todas as nações e até ao último recanto desta terra!

18.10.10

Joelhos exaustos na jornada




Quando nada pareçe dar certo, quando nada dá certo, quando voce acha que está na hora de desistir, e ai o que fazer? 


A jornada de um Cristão não é fácil, nem sempre vai dar tudo é certo, nem sempre a vida vai como rosas, temos que enteder que enquanto estamos salvando vidas para Cristo, a um que nãoestá nem um pouco satisfeito com isso, e ele está esperando você desistir.
Mais como conseguir seguir em frente ?


1. Escolha ;


A você precisa escolher o que você quer da sua vida, precisa ter certeza, que quer caminhar com Cristo, não é fácil, não vou mentir, é difícil , e não é qualquer um que consegue, um mesma já vi muitos desistindo.
O mundo vai te dizer mentiras, vai ser difícil encontrar o Senhor, e quando você encontrar tem que estar pronto, pronto pra viver, pra entender que Jesus é a vida que existe nem você.
Quando se ver se afogando em um mundo de mentiras e vidas superficiais, abras seus olhos, e seu coração, acredite, Cristo te mostrará o sentido da vida, Sem ele as palavras não tem sentido e o amor de muitos esfriando já está, por falta de comunhão, por falta de buscar, sem ele prisões se multiplicam e a humanidade finge não ver.


2. Peça resgate;


Peça a Deus que te ajude, se entregue, deixe que ele o desfaça e faça de novo, seja o vaso, e ele será o oleiro, cuidará e transforma-ra você, nunca jamais te abandoná. Se humilhe peça perdão, peça socorro, e ele virá te resgatar, confie, confie de todo o coração, de toda tua alma, e tudo novo se fará. Quando os teus joelhos estiverem exaustos nessa longa  jornada, saiba que você se levantará novamente, pois grande é aquele que segura em nossas minhas mãos, maravilhoso, e poderoso é o Senhor.ele é o nosso refúgio
onde não há dor nem sofrer e o amor dele pra sempre e sempre habitará em nós.
3. Confie, e siga e, frente pois Bendito é aquele que anda conosco.

Agora é só lembrar nunca esquecer que Deus está em primeiro lugar, ele é o nosso melhor amigo, conselheiro, que nos ama mais que ninguém .

Abra seus olhos e seu coração, deixe Cristo te mostrar o sentido da vida. Destranque a                     porta, permita que o Senhor viva em você. ♪

Postagem: Mariana Rivas


                                                Deus os abençoe :* 

16.10.10

O Cristão e a Bebida Alcoólica: O cristão pode tomar bebidas alcoólicas? #artigo extraído

O Cristão Pode trabalhar em uma empresa de bebidas alcoólicas, ou tomar bebidas alcoólicas?

Este artigo eu escrevi há alguns anos atrás quando um vendedor que trabalhava em minha empresa, uma agência de automóveis, obteve uma proposta para trabalhar em uma empresa de cervejas como vendedor de seus produtos para barzinhos e restaurantes.

Na ocasião ele ficou cheio de dúvidas pois, por ser cristão evangélico, achava que não poderia vender bebidas alcoólicas. Ele veio então até a mim e pediu minha opinião, por saber que eu era religioso mas não fanático e com algum conhecimento fora do dogmatismo. Na época preferi responder a ele com este pequeno texto que publico agora.

É preciso em primeiro lugar conhecer um pouco do assunto em pauta e lembrarmos a origem de algumas bebidas. Por exemplo: o vinho e a cerveja. Estas são bebidas historicamente conhecidas e milenares para não falarmos de outras relativamente mais recentes como a nossa brasileiríssima cachaça desenvolvida inicialmente na época dos escravos pelos próprios e para o consumo deles. Porém ficarei com o vinho e a cerveja pois sem dúvida são saudáveis desde que bebidas moderadamente, é bom lembrar. E para quem não tenha o problema da doença do alcoolismo, é claro....

O Vinho é uma bebida que vem sendo produzida, desde o 4º milênio antes de Cristo ou seja há 6.000 anos, isto ocorreu na mesopotâmia (hoje Iraque e Síria) mas existem especulações que a produção do vinho possa ser mais antiga ainda. A vinicultura chegou à Europa através do Egito, Grécia e Espanha.

A Cerveja, considerando-a em sentido amplo nas suas diferentes espécies e variantes, não existe outra bebida mais antiga ou mais universal do que a cerveja. Sua invenção remonta à do processo de fermentação dos cereais, 8.000 antes de Cristo ou seja há 10.000 anos atrás, precedendo pois, de milênios as primeiras grandes civilizações conhecidas. Alegrou os primeiros ócios de sociedades estáveis e, aos poucos, ganhou o mundo só perdendo para o vinho em produção ou consumo nas regiões e países particularmente voltados para a viticultura.

As qualidades tônicas, energéticas e diuréticas da cerveja são conhecidas desde a antiguidade. Hipócrates (460-377 a.C.), o pai da medicina, considerava-a um medicamento precioso.

Quanto ao vinho dispensa-se comentários, é sem dúvidas a bebida mais saudável e é a bebida por excelência.

Bem, tendo visto isso vamos agora entender o porquê das diferentes bebidas para cada região do planeta. É simples..., se estivermos no frio bebemos de preferência bebidas “quentes” e o contrário é evidente, estando em locais quentes bebemos as frias (geladas), mas isto não é regra pois como se sabe a Alemanha é um dos maiores consumidores e produtores de cervejas, mas a verdade para a regra é que a Itália é a maior produtora de vinho do mundo.

O que importa ao nosso tema é que o consumo de vinho é muito grande na região e deve ser lógico que a população da época de Jesus de Nazaré consumia a saborosa e saudável bebida: o Vinho.

Vamos aos indícios do consumo de vinho na época de Jesus:

Temos exemplos em muitos dos livros da coleção chamada Bíblia sagrada onde se narra claramente comparações feitas através das vinhas e das videiras que como se sabe é de onde é feito o Vinho.

Já no Antigo Testamento, que são os livros anteriores à vinda de Jesus, temos em Isaias 5,1 e seguintes, comparações feitas com a qualidade da uva comparando-as com Israel (o povo “primitivo”, escolhido por Deus bem antes de Jesus vir à terra e que não fez jus a esta escolha, esperava-se uma qualidade de uva, mas teve-se uvas azedas).

Jesus retoma este mesmo tema o aprofundando e utiliza-se da mesma comparação com a parábola dos vinhateiros homicidas em Mateus 21, 33 e seguintes.

Outras comparações têm ainda em Mateus 20, 1 a 16 com a parábola dos trabalhadores da vinha onde Jesus compara trabalhadores contratados para a vinha e que independente da hora que começaram no serviço recebem o mesmo salário, em outras palavras independente da hora de nossa conversão temos o mesmo valor de quem está na caminhada há mais tempo ou ainda dos que ainda virão.

Em João 15, 1 e seguintes Jesus mesmo se compara a uma videira e nós somos os ramos que devemos dar frutos.

Mas as videiras eram para produzir sucos de uva ou vinhos não alcoólicos?

Vamos agora parar um pouco com as parábolas e vamos narrar fatos mais convincentes para os Crentes (os que crêem em Deus e no Cristianismo). Temos em João 2, 1 a 12 a narrativa do primeiro milagre de Jesus quando em uma festa de casamento em Caná da Galiléia acaba o vinho e Jesus transforma água em vinho. O Texto também deixa claro que o vinho embriagava pois se nota a melhor qualidade do ultimo vinho após muitos já estarem embriagados.

Novamente em Mateus 26, 26 a 29 Jesus faz a sua ceia pascal com os discípulos e enquanto comiam tinham à mesa, entre os alimentos, Pão e Vinho, o que devia ser de costume, e Jesus tomando um pão o abençoa e os dá aos seus discípulos dizendo: "Tomai e comei isto é o meu corpo" depois toma um cálice de vinho e diz: "Bebei dele todos, pois isto é o meu sangue o sangue da nova e eterna aliança que é derramado por muitos para a remissão dos pecados.." em outros textos temos o complemento "Fazei isto em memória de mim.”

Acredito que fica claríssimo e que todos os indícios mostram que Jesus não somente nunca condenou o Vinho e seu consumo moderado como também é bem provável que ele próprio o tomava ao menos em ocasiões especiais, se não fosse assim ele não teria transformado água em vinho na festa em Caná da Galiléia e também não teria instituído a eucaristia usando o vinho. Ele poderia até não beber, mas é claro que não tinha nada contra aos que bebiam moderadamente.

Infelizmente não temos em escritos tudo o que Cristo Jesus nos ensinou em sua Doutrina e tudo mais que ele viveu com os apóstolos, no entanto somos sabedores dos resumos de sua obra e entre eles a máxima: "Amar a Deus sobre todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo", por tanto para tudo na vida haverá limites, vide exemplo em I Coríntios 11, 20 a 22 quando Paulo adverte a comunidade de Corintios que quando se reuniam para a Ceia do Senhor (Conforme recomendado por Jesus) alguns, infelizmente muitas vezes erravam abusando na bebida pois: "enquanto um passa fome, o outro fica embriagado.".....

Devemos lembrar outro fato importante, não podem comer frutos do mar, como crustáceos, quem tenha alergia a eles, logicamente para a bebida é a mesma coisa, se uma pessoa sabe que tem problemas com a bebida ela não deve beber em hipótese nenhuma.

Nesta mesma linha de raciocínio. Se você vai fazer uma festa em sua casa com frutos do mar, camarão etc. mas sabe que um dos convidados tem alergia a eles, é de bom senso que, ou você disponibilize outros alimentos, ou não convide tal pessoa. O mesmo ocorre para a bebida.

Para finalizar eu faço um questionamento. Será que precisaríamos retirar da Bíblia os livros ou Evangelhos como os de João para agradar aos que não crêem no fato de que o vinho era tomado pelos discípulos de Cristo (que já era alcoólico, pois é uma bebida fermentada como também o é a cerveja que naturalmente não era a bebida da região de Israel). Bem, esta é apenas uma interrogação.

Tudo isso não significa que Jesus queria ver bêbados, muito pelo contrário. A bebedeira sempre foi repudiada, mas parece ficar claro que o Mestre não tinha nada contra um bom vinho e quem sabe não fora por acaso que o primeiro milagre relatado e a ultima ceia tenham tido o vinho em destaque e em evidência tão expressa.

Para os que conservam os 73 livros da Bíblia, podemos ainda verificar em Eclesiástico Capítulo 31 dos versículos 25 ou 31 (depende da tradução) até o 31 ou 42; onde fica claríssima a questão sobre o vinho e seu consumo não deixando dúvida alguma do assunto comentado.

Para finalizar quero que fique muito claro o seguinte: remédios quando tomados em excesso podem até matar, embora na sua dosagem correta sejam benéficos.

Quero dizer com isso que, se você não consegue beber apenas uma ou duas taças de vinho (quando no tempo frio) ou um ou dois copos de cerveja ou chope (no tempo quente), é melhor não beber. O “remédio” precisa de uma dosagem, não do excesso.

É claro que se você se exceder “um pouquinho” uma vez ou outra em momentos especiais e alegres de sua vida, sem riscos nenhum nem para você, nem para outrem, você não irá para o Inferno por isso.

Agora, se você vê a bebida como algo indispensável em sua vida e você não consegue viver sem ela, é melhor repensar a sua vida e essa relação. Lembremo-nos que qualquer coisa que nos prenda e nos faça escravos deve ser refutada, seja o que for, até mesmo um “simples” refrigerante ou barras de chocolate...

7.10.10

Drogas

  
“E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito” (Ef 5.18).
Apesar do sentido pejorativo, o termo “drogas” vem do grego pharmakeia, e significa farmácia, ou drogaria.  Na Bíblia, a palavra está sempre associada à feitiçaria ou às atividades demoníacas.  Há nas Escrituras várias referências que condenam os vícios e seus funestos resultados (Pv 20.1; 21.7; 31.4; Is 5.22; 28.7; Ef 5.18).  Deus condena terminantemente todo tipo de vício, inclusive as drogas.
I – Princípios bíblicos contra o uso

1.  Bebidas alcoólicas em geral.  A Bíblia é categórica e irredutível: “Não vos embriagueis com vinho em que há contenda…” (Ef 5.18).  Paulo, aqui, não se refere apenas ao efeito entorpecente do vinho, mas a embriaguez de modo geral provocada por qualquer tipo de bebida.  Ele estava plenamente consciente de que o cristão jamais deve se embriagar.  Trata-se de um princípio divino.
2.  A abrangência do princípio.  Se Efésios 5.18 se refere a um princípio bíblico geral contra as bebidas entorpecentes, podemos depreender que o mesmo texto também condena o uso desnecessário e abusivo de outras substâncias nocivas ao organismo.
II – Por que as pessoas se drogam?  
1.  Razões alegadas pelos viciados.  Segundo o Pastor David Wilkerson, fundador do Centro Desafio jovem de Nova Iorque, EUA, há muitas razões pelas quais os jovens usam drogas.  Vejamos:
a) Como símbolo de independência;
b) Para fugir da infelicidade do lar;
c) Por curiosidade;
d) Para ser aceito num grupo de jovens mais “avançados”;
e) Por causa da influência do grupo;
 f) Fuga de problemas emocionais;
 g) Por medo de ser tachado de covarde por seus “amigos”.  As drogas se apresentam como uma ilusória “válvula de escape”, mas as suas conseqüências são fatais (Pv 23.29-35; 1 Co 3.17).
2.  Os ardis de Satanás.  O Diabo sempre teve interesse em devorar a juventude através de seus ardis (1 Pe 5.8).  Os jovens devem dizer não às drogas e, consequentemente, a Satanás.  É bastante oportuna a advertência de Salomão em Ec 12.1.  III – Por que a Bíblia condena as drogas?
1.  Porque é um pecado contra o corpo.  Assim como a prostituição é um pecado deliberado contra o corpo (1 Co 6.18-20), também o são as drogas (1 Co 3.17).  Muitos dizem que têm o direito de fazer o que quiserem com seu corpo.  Embora pensem que isso seja liberdade, de fato estão escravizados por seus próprios desejos.  Quando nos tornamos cristãos, o Espírito Santo passa a habitar em nós.  Sendo assim, nosso corpo não mais nos pertence.  É propriedade do Criador, e não podemos violar os padrões de vida estabelecidos por Ele.

2.  Porque causam sofrimento ao usuário e ao próximo.  Apesar de o viciado ser o principal prejudicado pelas drogas (Pv 5.22,23), os familiares sofrem bastante com a situação.  Além do cuidado natural, a família acaba gastando o que tem e o eu não tem com dispendiosos tratamentos.  Há viciados que roubam dinheiro e objetos de casa para trocar por drogas.  Outros se tornam agressivos (Pv 4.17; 23.29-35) ou deixam de trabalhar e sustentar a família.  Pior ainda, há os que entram para o mundo do crime (Pv 20.1).
3.  Porque sustentam o mundo do crime.  As drogas movimentam um gigantesco esquema de atividades ilícitas que envolvem desde o contrabando até formas cruéis de assassinatos, corrupção e abuso de poder.  E quem sustenta tudo isso é o usuário de drogas (Is 55.2).
4.  Porque afastam o homem de Deus.  É incontestável o fato de que as drogas afastam o homem dos caminhos do Senhor (1 Co 6.10; Gl 5.21; 1 Pe 4.3).  IV – Vivendo sem drogas
1.  A prevenção.

O que devemos fazer para alertar as pessoas sobre o perigo do vício das drogas?
 a) Mostrar os exemplos negativos.  Precisamos mostrar aos jovens a situação e o sofrimento de quem já está enfrentando o problema, direta ou indiretamente (Pv 4.14-17; 5.22, 23).
 b) Ensinar os princípios da Palavra de Deus.  Um jovem bem instruído nos caminhos do Senhor rejeitará o vício mais facilmente (Pv 3.1-8; 4.23-27).
c) Mostrar as advertências da Palavra de Deus.  Em Pv 23.29-35, a Palavra nos adverte claramente sobre o perigo das bebidas alcoólicas.  O texto fala do efeito da bebida que é comparado à picada de uma serpente que envenena sua vítima.  Os efeitos do álcool, e das drogas de modo geral, são demoníacos e destruidores (Pv 23.29, 33, 34, 35).
2.  O tratamento.

 a) Tratamento espiritual.  Não há como livrar uma pessoa das drogas sem antes cuidar de sua vida espiritual.
 b) Tratamento convencional.  Em muitos casos, o viciado precisa ser levado para uma clínica especializada a fim de ser desintoxicado (Mt 9.12).  Há muitas igrejas que mantêm centros de recuperação de viciados.
c) Cuidado constante.  Às vezes, mesmo após deixar o vício, alguns, infelizmente, retornam a ele (Pv 26.11; 2 Pe 2.22).  Não são poucos os casos de “ex- viciados” que vêm para a igreja, se casam como moças crentes e até são aceitos no quadro de obreiros, mas, tempos depois, abandonam a família e a igreja para retornar às drogas.  Alguns têm um fim trágico.
CONCLUSÃO Somente através de graça redentora de Cristo é que se pode viver sem droga ou qualquer tipo de vício que ofenda aos homens e a Deus (At 24.16).  Caso você tenha problemas com drogas ou conviva com algum viciado em sua família, o Todo-Poderoso pode libertá-lo agora mesmo!  (Jo 8.32; 16.24; Sl 37.5).